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O pacto

domingo, 26 de dezembro de 2010.


Escorrego pelo vazio de sua pele... Desenho em
minha fantasia cada performance do seu ser.
Das lembranças que dixas-tes, quero
Revive-las a cada instante e quão calorosa
sua presença há de ser.Tua voz...
Pertuba-me como uma cólera
impetuosa, provocando-me abruptamente
ao delírio de saber que não posso  lhe ter.
Seu semblante refletido em minha face
Seu belo sorriso me consumindo de alegria.
uma alegria,que logo se acaba.
Não sei como dizer adeus ou como
quebrar esse sonho. A cada dia um punhal
transpassa sob minha alma...
Acho que assim não podera se livrar
de mim,pois quando selas-te tua boca
na minha selas-te também sua alma.

              
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Paixão

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010.


Abra as janelas da paixão,
Escancare as portas do meu coração e
Leve consigo todo esse sentimento.
Novamente eu lhe espero..
E mesmo com rosas e espinhos, rasgando-me por dentro
ainda anseio o teu beijo e todo
o desejo de amar.
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♭♪♭♪♭♪

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010.

Amado
Vanessa da Mata

Como pode ser gostar de alguém

E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr-do-sol, postal, mais ninguém

Peço tanto a Deus
Para lhe esquecer
Mas só de pedir me lembro
Minha linda flor
Meu jasmim será
Meus melhores beijos serão seus

Sinto que você é ligado a mim
Sempre que estou indo, volto atrás
Estou entregue a ponto de estar sempre só
Esperando um sim ou nunca mais

É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer

Sinto absoluto o dom de existir,
Não há solidão, nem pena
Nessa doação, milagres do amor
Sinto uma extensão divina

É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Quero dançar com você
Dançar com você
Quero dançar com você
Dançar com você


Minha música *-*
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Reviver

Saudades que tenho             
dos dias de minha vida
da flores e margaridas
regadas em me meu jardim.

Saudades, daquela infância
querida,que amor por ela
eu tinha dos anceios de
menina que pelos bueiros da covardia
se foi sem que eu pudesse ver.

 Que inocência e piques escondes?
As crianças que hoje são grandes,
                                                      ontem foram rosas que exalavam pureza
                                                     Hoje são montros sem face; e que não dão valor ao viver.


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Sedenta.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010.

Umideça seus lábios em minha boca
Extraia de mim toda a essência de amar.
  Jogue-me em sua cama! 
Percorra o meu corpo como uma serpente envolve sua presa
      exacerbando minha mente... Detendo o meus ser.
Mas um pouco...Rasga-me o vestido.
      Desnuda estou. Pronta a deliciar-me.
Faça que  sua libido corresponda a minha libido.
Ressecada deixas-tes a minha minha boca
Sedenta...Permances minha pele.
...Em um ardente desejo de lambuzar-me em seu corpo
Sugar-lhe por inteiro... Oh, meu doce desejo!
Louca. Louca, estou para ouvi-lo quer mais...
Louca, estou por essas mãos a qual me submeto,
A espera de me ensinar-me tudo que sabes
Tudo o que eu não sei.
    Conheças de mim os recantos mais escondidos.Nãohesite!
Vá até onde só deus ousou escupir.
E assim, descobrindo o amor e aflorando o prazer.
Uma, dez...Mil vezes!
Até mesmo ao desfalecer.
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Confeço

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010.


Posso ouvir seu coração por mim balançar
Posso sentir o cheiro quente de sua pele,
desenhando uma imagem perfeita:
Você e eu. Escupidos pelo desejo de amar.

Eu tenho que lhe confeçar que perco o controle  mesmo estando longe... 
Confeço que quando os meus olhos se veem os seus...
Loucos, eles se perdem e se  encontram.
As minhas pestanas dançam desconcertantes
coreografando a tua face.


...Em várias e complicadas partidas e
 partituras compoem-se o que nós somos.
Assim, ao som dos anjos e o toques das trombetas
 essa paixão cavolga sem freio,... totalmente arredia.
Deixe-me  amar-te loucamente

Anestesiando-me com seus beijos láscivos
Apenas confeço-te uma coisa
Não se vá e não me deixe ir.
 Pois cada segundo sem tua presença... 
Sinto-me como um vaso quebrado, como um em meu peito.

Um mistério repleto de dor
como um  punhal cravado em meu coração.
Seja como for. E lhe confeço meu amor
que só não me peças para deixar de te amar.



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A caveira.

domingo, 5 de dezembro de 2010.

É tão medonho o que veis?
Pare é pense! Por que assim
Como estou você ficará.

Hoje minha fronte celebra feliz
Desfalecendo o meu corpo neste barro que se faz terra.
Barro, esse que semeia a partida..O “adeus”

Eu renuncio a vida e com ela todo o sofrimento
Ah! Como está caveira foi bela...
Aquele horrendo buraco, já possuio o mais belo olhar...O mais denso olhar.
E que agora mistura-se as cinzas e concretizam-se ao fim.

A vela me mantinha a esperança acesa , o vento apagou-a
Aqueles beijos perderam-se no tempo.
Apenas sinto o gosto amargo da morte.


Não derrame por mim uma pequena lágrima
sob está máscara, este rosto mendace.
Nesta palavras  encharcadas de escárnio...
Por que ainda queres chorar por mim?
Alegra-te alma moribunda! Pois a ti minha presença não mais lhe pertuba.   
E assim, lhe digo pobre criatura: Seus sonhos e utopias jamais aconteceram.

Já me despeço desta loucura. E não me vejas desfalecer!
Isso é apenas uma passagem.  

 Como este dia em que fecho minhas pálpebras para não ve-lo sofrer.





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Se soubesses.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010.
Se  soubesses o que sinto...
Se ao menos soubesse como o meu peito se entorpece de dor
E como meu corpo desagua no abismo da indiferença tudo isso,
 provocado por seu egoísmo.
E  meus olhos, como foram mutilados pela incerteza...
Ah! Se você ao menos descobrisse que nada disso exala “felicidade”.
É mesmo que me faltasse o ar para respirar eu diria!
E diria com toda coragem que ha em meu peito.
Se eu tivesse o dom de campear o destino infeliz, eu mudaria.
E quebraria as correntes que aprisionam os dementes.
Todos zumbis da hipocrisia fanática. Eu tiraria a fenda de seus olhos.
Se um dia eu pudesse mudar.


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Mel

sexta-feira, 26 de novembro de 2010.
Pingos de mel...
saboreadas nos meus seios por ti,
Lambidas por um doce prazer... A minha pele arrepiada-se...
de teus beijos molhados,
                                                        e de seu olhar que me devora...
Nessa ânsia, nesse desejo do meu corpo...
As marcas pemanence em minha pele,
 Ah, suas suaves mordidas,alcançadas
no êxtase do prazer.
Como lobos desvairados
dois amantes extasiados!
Sendentos de amor e prazer!
Lambedo-me como sorvete
Subindo sobre meu corpo
Mordendo o meu calcanhar...
Com sua língua ávida adrentas por minhas pernas,
Deposita nelas a toda saliva em minhas coxas...

Prove do  néctar
Que sai das por minhas entranhas,
Cheira e saboreia o mel que lhe ofereço...
Retribuio-lhe igualmente
Entrelaçando minha língua ardente...
Por onde escorre o líquido que
Servimo-me atrevidamente
Inclinas-te até mim,Excitado.Sedento!
Puxas-me e roubas-me um oscúlo,
Mordo-te com fogoso desejo,
Sugas-me com todo fervor.



Prendes-me em teus braços,
Rogo-te em gemidos insânos.
Retribues-me com toda malícia.
E rompes-me a fortaleza.
Agitas-me nesta cama desfeita,
Deslizo em sua pele.
Penetras em mim com toda furia.
Arranho-te e gargalho satisfeita.

Bandolejo de louca que sou,
De delirios que tenho meu amor.
Não demores a sentir o calor
Que eu posso lhe dar.
Desse mel. Desamor...Que apenas
você pode provar.




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A vingança e a noite

terça-feira, 23 de novembro de 2010.
Na frieza da madrugada é que me foges a razão ...
O medo que me cobre no escuro,
O frenesi que bamboleia o meu corpo e a minha cabeça espumeja insandecida,
Afã de um futuro distante...Devorando-me em opulências perigosas...E a procura de uma liberdade da qual não alcançarei.
...A minha cama está intacta.Nela toltamente vazia e em meus lençois eu me despia esperando você. E é nessas noites que me pego chorando e em minha insegurança me amparo; a espera de um lindo sonho viver.
É uma pena que hoje essa flor não desabroche  sem nenhuma esperança. E que pelos pudores da vida naufragou infeliz... Porém, no seu leito de morte
fizeste um pacto com sorte  no qual  voltaste para este mundo vingando-se daquele
“AMOR” que tanto lhe fez sofrer.

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O Meu Doce Drácula ☾

sábado, 20 de novembro de 2010.

Oh! Meu doce vampiro!...
Que na luz do luar...
O seu encanto
renasça ao me toca.
Com esse ar de mistério caminhas pelo cemitério.
Fazendo que seus discípulos ressurjam para atacar...
Mas apenas a você, “prometida” eu quero estar.
E mesmo que longe se pareça
Você, faminto de meu sangue esteja!...
Louco a me ferir!
Sinta como meu coração por ti tendes a palpitar
Sugue o calor do meu corpo em meu sangue de fel.
Truinfando a tequila e consumando minha morte no mais denso amor.
Saciando sua sede até que em mim... Já não se possa restar mais nada.
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Falsas definições

quinta-feira, 18 de novembro de 2010.

Pelos vales mais sombrios eu andarei. A procura de algo que eu mesma ainda não sei.
As sombras que me perseguem...São tantas que até já me acustomei.
O meu semblante está impregnado por um sangue que somente ha os meus olhos se pode ver.
Espelhos embaçados, refletem sobre mim uma imagem contrária;deixando-me totalmente perturbada. Informações meremante atrapalhadas.
Penetro-me em vidas abstratas todas das quais eu nunca vivi.
Absorvo tantas verdades, que muitas vezes não percebo qual delas é a verdadeira mentira.
Sou uma alma arredia desde que nasci. Brinco de tirana e blasfemo sob o pacifismo.
Desfaleço a cada amanhecer, por falta de realizações que a  tendencia nos trás.
E assim... Torno-me um ser cada vez pior. Porém, a fragilidade do qual me consome
faz apegar-me facilmente...Amar loucamente...Me defender e odiar com toda a voracidade existente mim.

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5

Amores...


Dos amores sentidos e não vividos

Todos,de uma forma ou de outra me fizeram sofrer.
E nessa briga interna comigo mesma...

Eu,descobria a minha verdadeira fragilidade. 
Sempre com a mesma anciã. A mesma persistência... 
Tendo a  sensibilidade de continuar
Amando amores impossíveis... 







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4

✟ Santo sudário ✟

domingo, 14 de novembro de 2010.





  Ao subir aquela longa escadaria havia uma força me acompanhava
e juntas diziamos uma a outra : o que ali acontecia? 
A cada degrau que eu subiamos; de longe eu via
que o portal se abria... E uma cerimônia macabra se fazia.
E eu me sentia cada vez mais ligada aquele momento.
No meio desse recinto pode ouvir choros e um ranger de dentes tão assustador, que
não permitia decifra-lo. Mas o tom de suas suas vozes...Eram de uma melancolia voluptuosa. Também lá, pernoitavam  anjos de várias especies que saiam de suas paredes e banhavam o templo com suas tristes nênias.O lugar estava repleto de flores, mas todas
mortas por minha presença. A vida por aqui já não resnascia.
A única luz que havia era apenas ha dos círios em torno de um caixão entreaberto...
ao me aproximar notei a semelhança que eu tinha com a defunta.
Quando toquei sua face gélida; percebi que seus olhos desaguavam fios de lágrimas e em sua boca um sorriso maléfico... Que no qual eu temeria imitar.
Não tive dúvidas do vi. ela, sou eu! e em questão de segundos meu  vestido aveludado, rasgou-se em pedaços e em chamas se desfazia...
Aos meus pés o chão que se abria. Espectros em desespero  tentavam arrastar  meu corpo ao declínio. Eram discípulos de Lúcifer que me buscariam.
Daquilo eu queria me libertar. mas meu corpo não sabia lutar. Então, acabei desmaiando. e ao acordar permanecia despida e totalmente sozinha.
O que restou do templo foi a rachaduras banhadas por meu sangue.
A minha cova, já estava pronta ha me esperar. Só que antes... Uma voz rouca falou-me
baixinho: Encontre seu lar, alma perdida. Descanse em paz minha filha!   

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1

Percepção

Olhe bem para quem está a sua volta...
Sinta que entre vocês existe uma conexão.
Não perca tempo com bobagens
As diversões são passageiras.Como tudo e todos.
...O desamor que você constroe é o mesmo que me destroe...
O tempo não espera por ninguém. E não pense que esperara por você.
Porque assim, nem eu esperarei. 

     

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8

Solitude

terça-feira, 9 de novembro de 2010.


Entre mundos tão diferentes do meu...Em torno de uma alcateia venenosa.
Considero-me, um animal solitário.
Pois bem, prefiro ser assim, que estar cercada de abutres loucos ha me depenar.

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