Alma perdida.

sábado, 28 de maio de 2011.

No ímpeto de minha alma
Há um vazio que não se afaga,
Tal fatalidade atroz que a mente esmaga!
Exilando meus olhos da
Felicidade, onde vejo apenas, o sopro
De minha vida esvairá por
Entre os dedos...

Se os sonhos por mim falassem
Espantariam a ilusão,
Que se camuflam por entre a face, como a
Estrela nômade; que
O sol esconde entre oculta no horizonte.

Coração triste, alma perdida,
Que vagas sem rumo pelos vales desta vida,
Esconda do mundo a dor que umedeci a tua face
E os espinhos que brotam de teu coração.

5 Comentários:

Aleska disse...

vc tem um jeito todo especial de se expressar. é bom qdo a leitura nos surprende. muito melhor que enormes poesias onde tudo é senso comum.

Let's disse...

parabéns! campartilhei no Fb bj!

нєllєи Cαяoliиє disse...

espinhos esses que cravam e tortura...
Linda sua poesia,trouxe-me inúmeras sensações!
Um beijo,Querida!

Close up! disse...

Tens um talento nato para a escrita!
Gostei mesmo muito!
É mesmo cativante!

Só pra você disse...

Linda poesia querida, tão profunda de sentimentos de solidão. Gostei da nova foto, és tão menina, tão linda. Parabéns!

Beijocas e uma ótima semana.

Cursores ^^

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